Aos 12 anos de idade, o toque dos atabaques, o som cadenciado do berimbau e o repique do pandeiro já despertavam a atenção de Priscila Ribeiro, ou simplesmente Pri, assim chamada pelos colegas e amigos do grupo capoeirista de Bagé Abadá - Capoeira. Priscila, hoje, é a primeira mulher capoeirista Graduada em Bagé, destacando-se na corda azul ( cor de graduação dos capoeirista do grupo Abadá). Atualmente dá aulas deste esporte em algumas escolas do município, particulares e na própria academia de Abadá e também na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais, APAE. Priscila tem participado de competições pelo Brasil, participou dos jogos gaúchos de 2010 na cidade de Porto Alegre e recentemente nos jogos Sul brasileiros ocorridos nos dias 21 e 22 de maio, em Curitiba, no Paraná, onde ganhou destaque feminino na categoria C ,de cordas Azuis e Verdes, “a importância de ser capoeirista hoje em dia é tu manter as raízes culturais do teu país e dos teus ancestrais perdurando. Não é simplesmente jogar, ganhar competições e sim sentir na própria ginga o prazer de mostrar pro mundo e pra si próprio o que é ser capoeirista, cultivar raízes e mostrar que a cultura vigora, continuando assim a história de nossa nação” ressalta. Hoje a professora graduada de capoeira embarca para mais uma de suas empreitadas Brasil a fora indo participar dos jogos femininos na cidade do Rio de Janeiro, onde contemplam capoeiristas mulheres de toda parte do Brasil, disputando e mostrando a feminilidade da mulher capoeirista. “Capoeira não é só pra marmanjo, também pode ser sensual e expressiva,assim como são as atitude das mulheres” comenta.





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